Wednesday, March 26, 2008




Street from LEria =)

Thursday, March 20, 2008

Um pouco da minha alma cantada

"Há uma música do povo,
Nem sei dizer se é um fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado...
Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser...
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver...

E ouço-a embalado e sozinho...
É isso mesmo que eu quis ...
Perdi a fé e o caminho...
Quem não fui é que é feliz.

Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção ...
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração ...

Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido...
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!"




Autor: Fernando Pessoa
CAntado : Mariza

[]Borboleta[]




Ela bailaçou, e atreveu-se ,entre pózinhos de magia, pousar sobre mim =)

Thursday, February 28, 2008

[♥] deleito sustente momentâneo

Se há coisa que faria agora, era comprar nikon ou acasio, com uma grand obejctiva e passava a vida a tirar fotos ás coisas belas da vida. Aquelas que me tiram a mentira, e trazem uma paz, e harmonia, á volta do mundo, sem esperar por mais.
Sem anexos, ou outros pensamentos, onde se sente que a vida é algo mais.
O momento momentâneo dado ao presente é este, e sendo este então , nao vou gerar mais porques de ramificações.

Deleito-me apenas ao pensar.

Transparent cloud [♥]

Sunday, December 24, 2006















Noites, um pouco demais e já se sente no ar
Como é bom, conhecer um pouco mais daquilo que nos rodeia

Sunday, December 17, 2006

Friday, December 15, 2006














Breed º Breed pussycat ~breathes
cada nota que soa desse piana, faz de mim uma página de tristeza uma página
que me leva um pouco mais avante
Nada de mais vazio me preencheraa
vida é feita de sorrisos
sorrisos prestaveis

mas quando a valsa tenta dar de nós mais um volta
que nos faz levar como carrocel
mais uma lágrima faz deixar correr plo fio infinito de ti
quem soa com o olhar
quem respira com o demais
quem vê a folha a esvoaçar

hum cada novo sorriso ao olhar dessa dança,
num encanto de espelho
sobrenatural pela sua dimensão que se estende

Nada é como se vê
tudo é como se ve
como o germinar de uma semente cria mundos
como o balançar cria sismos de alegrias e pulos tão infinitos
que o seu encanto faz lembrar folhas de papel que riscadas derivam num prateleira de sinónimos ou antónimos do que a própria alma pretende revelar
Brinca com o sorriso

Thursday, December 14, 2006












DEixa-me me rir, deixa-me rir com a alma.
DEixa-me ouvir, deixa-me ouvir e responder com o espírito.
Podes nao ser perfeita, mas sei que contigo meu eu ganho outro sentido.
Basta saber que juntas o meu brilho renasce e eu volto de novo á minha alma.

AHahaha!

pode nao ser muito poético, nem mt bonito, mas foi cá d dntro
Ahahaha! um dia mlhr, outr aind .
take a better way

Wednesday, December 13, 2006

Monday, December 11, 2006








_as mensagens por detrás do espelho
os segredos gerados pela tua própria escuridão_
Bastou-me dar um pouco de mim a quem me pedia muito por ela, que se surgiram versos, cuidados, germinados pelo correr da água.
Como se da água voasse até mim pequenas cançoes.
(...)

Sinto-me por vezes incapaz de escrever mais, parece que tudo o que faço é miserável.. e que tão pouco ninguem terá curiosidade.

Intocável superficial

Oiço o correr da águas sobre as frágeis folhas de papel
é um soluço a correr por expressar algo mais
de cor dos pinceis e cor salteadas envernizadas
que apronfundadas significam mais que qualquer parte de mim


Oiço com cuidado esses saluços vindos de alguém persuadido do seu valor como miserável
oiço algo mais ao longe de algo que se jurava real, algo que quer por sua beleza se justificava como real

Persuadi uma ou duas lagartinhas do seu valor sentimental como real
Jurei pa nunca mais
mas o sentimento tocou o intocável superfecial

Monday, December 04, 2006

Sunday, December 03, 2006

Friday, November 17, 2006

onde está o teu sorriso sincero?

Apenas vives na plástica. sinceramente nao sei...

Saturday, November 11, 2006

Hoje procurei-te por todo o lado...
Mas na verdade por nenhum lado te procurei...
Senti a esperança de um beijo...um beijo nunca presenciado

Era como se te tocasse sem nunca te tocar,
Era como te beijar e nunca te ter beijado,
Era como te sentir sem nunca te ter sentido
Era como te visse sem nunca te ter visto

Sentei-me mesmo á beira deste assoalhado de lençois
Bruscamente debrucei um olhar vago para o além cidade
Tudo era tão leve como esse teu sorriso
Tudo era tão vasto como essa tua saudade

Lembro olhar uns livros que estavam amontoados em cima da cómoda....
Estava tudo um pouco normal..

Novamente olhei o além cidade...fui um pouco mais longe...
Lembro do amor que saudei..
Lembro da saudade que amei...
Eram memórias de uma vida nunca vivida...
Mas com um fado para viver...

Friday, November 10, 2006

Ama com aquele dom que o coração tem.

Thursday, November 09, 2006

Segredos detalhados sobre ti.
Vivem como enganos surrealistas e reais.
Como becejos intriguistas e muito mal cuidados.
Recordo aqueles dias.
Como o sol brilhava , e como o era o cheiro a ervinha e terrinha molhada,
Recordo brincar a dias a fim, naquele sonho,
Onde eu via mais que além.
Sempre ao pé de mim
Quem me ensinava a olhar, a sentir , a admirar.
Segredos atras de segredos,
Espreitavamos cada tronco, como se descobrisse uma passagem.
O que sentia fazia.
E lá estavas tu, a recolher e ensinar.
Cada cuidado que levo de ti,
partilho agora por aí.
Um dia serei como somos.
Pois sei que um dia vou crescer,
e voltar a escutar,
sabendo quem és, e sabendo quem sou.
Amando e brilhando.

mais umas palavras infinitas onde recolho o teu amor